quinta-feira, 6 de outubro de 2011

História de Portugal - I: os últimos 5 200 meses (1578-2011).

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(dedicada ao egrégio historiador pátrio Nuno Rogeiro, bem como aos pobres bé-bézinhos que o Sócrates não deixou nascer, por causa da iníqua lei do Aborto, e que, por esse motivo, foram impedidos de aprender a Língua de Camões)


AS GRANDES VERDADES HISTÓRICAS QUE NOS ANDAM A ESCONDER


Portugal, como todos sabemos, é uma velha Nação de Conquistadores heróicos e Navegadores intrépidos, que expandiu a Fé e o Império às quatro partidas do Mundo, ditou a sua lei nos sete mares, desde a África à Índia, descobriu o Brasil e evangelizou a China e o Japão, mas que hoje enfrenta grandes dificuldades económicas e financeiras por causa do Sócrates.

Os nossos problemas a sério começaram no Séc. XIX, com essa praga do Liberalismo, que o Senhor D. Miguel infelizmente não quis sufocar de vez, com pena do seu irmão Pedrito (que depois boa paga lhe deu, roubando-nos o Brasil...), mas agravaram-se sobretudo com o Ultimatum britânico, quando a cambada dos socretinos dessa altura, chamados republicanos, começou a minar a Grei com umas ideias copiadas da estranja, em especial desses bandidos dos franceses - que só quiseram foi roubar as nossas riquezas, quando nos invadiram! -, prometendo mundos e fundos e uma vida fácil e à larga para todos, desde que se acabasse com os privilégios dos Nobres e do pobre do Rei - que, coitado, era bom demais e não os mandou fuzilar de imediato (que era o que eles mereciam, os traidores!), para além de ser um grande Artista, pintava quadros e tudo, e também um reputado oceanógrafo, de renome mundial.

Portugal nesse tempo era ainda um País bastante desenvolvido, com comboios a vapor, uma rica Universidade em Coimbra e onde até já se tinha acabado com a Escravatura e abolido a pena de morte, havendo por cá muitos artistas famosos, como o José Malhoa, e excelentes escritores, como o Júlio Dantas, para além de, claro, grandes heróis nacionais, como o Serpa Pinto, o Brito Capelo, o Roberto Ivens (tirando o nome, que parece ser de um cantor brasileiro...) e, acima de todos, o invencível Mouzinho de Albuquerque que, com uma meia dúzia de valentes, só com umas espingardas velhas, se calhar roubadas ainda ao Napoleão quando nos invadiu, conseguiu gloriosamente derrotar, numa célebre Batalha, o exército inteirinho desse bandido do Gungunhana, que era uma autêntica besta e que, ainda por cima, não queria vergar-se a Portugal!

Mas tanto andaram, tanto minaram, esses republicanos, socialistas e maçónicos do Diabo, até que lá conseguiram assassinar El-Rei e o infeliz Príncipe herdeiro, o Senhor D. Luiz Filipe (pena ele ter este nome, assim um bocado dúbio, com ressonâncias do tempo em que Portugal foi cobardemente subjugado pelos impostores Castelhanos...), e assim impuseram ao Povo, pela força, claro, essa miséria da República, que o Povo português autêntico e temente a Deus tanto odiava...

Apesar de tudo, Portugal manteve-se de cabeça erguida e praticou actos de grande heroísmo e bravura na I Grande Guerra, que até fizeram desequilibrar a balança, na Batalha de La Lys, para o lado da nossa fiel Aliada, a Inglaterra, que assim derrotou os malandros dos Hunos, que só queriam era caçar as nossas belas Colónias em África, que anos depois evoluíram muito e se transformaram numas lindas Províncias Ultramarinas!

Mas Deus não dorme e a República não durou muito tempo, não, porque Nossa Senhora, passados nem sete anos, apareceu em Fátima e disse aos Pastorinhos que Portugal ia por muito maus caminhos e tinha mas era que continuar a sua nobre missão evangelizadora e ir converter a Rússia! Pois sim, mas os canalhas dos republicanos não acataram as ordens da Raínha de Portugal e desataram a matar os Católicos nas ruas, a torto e a direito, até que Nosso Senhor Jesus Cristo lá se apiedou do nosso cantinho e enviou um anjo para nos salvar, o Dr. Oliveira Salazar, que duma penada correu com os republicanos e reequilibrou as nossas Finanças, de tal modo que Portugal amealhou uma fortuna em ouro e impôs de novo o respeito ao Mundo, dispensando-se até de participar nessa enorme tragédia que foi a II Guerra Mundial - um dos maiores milagres, aliás, que o Dr. Salazar praticou ainda em vida.

Portugal então não parou de restaurar a sua velha glória, que contínuamente perdera desde os tempos em que o D. Sebastião fora derrotado em Alcácer-Quibir, aliás de uma forma perfeitamente ilegal, pois os inimigos eram muito mais e melhor armados e isso não devia valer, a menos que já nesse tempo algum antepassado do Sócrates tenha feito fortuna vendendo os nossos segredos militares e os nossos códigos secretos aos Maometanos, quem sabe...

Mas os nossos inimigos de sempre não se podiam, claro está, conformar com a nossa grandeza - um Portugal uno e indivisível do Minho a Timor, onde portanto o Sol nunca se punha! - e trataram de começar a conspirar na sombra contra o Salazar. Até desviaram um paquete, o Santa Maria, mas não tiveram sorte nenhuma, pois o traidor do Humberto Delgado, que era o cabecilha da revolta, perdeu as eleições. Bem feito!


Só que o inimigo externo era muito poderoso, tinha muita maldade, por serem comunistas, e vá de incentivar os pretinhos, ignorantes de tudo e ainda pouco civilizados, a lutarem contra quem tão bem os tratava e, aí, Portugal ficou a lutar quase sózinho contra todo o Comunismo mundial, bem infiltrado até entre o nosso Povo, por meio de agentes ignorantes, ingénuos, ou traidores, como esses Cunhal, Soares, Manuel Alegre e muitos outros, que sofreram uma lavagem ao cérebro quando leram livros proibidos pela censura, como o «Capital» e assim, e a pouco e pouco foram metendo a juventude toda na Droga e, às tantas, lá conseguiram fazer a Revolução, coisa que no tempo do Salazar, está quieto, é o fazes! Mas ele, coitado, nessa altura já tinha morrido e, assim, não nos pôde valer de nada nessa hora trágica do 25 de Abril, que atirou o País para a ruína completa, nos roubou o Ultramar e quase nos entregava às garras do Comunismo, se não fora o Dr. Sá Carneiro, um grande democrata, mas dos bons, que a 25 de Novembro de 75 conseguiu libertar Portugal e restaurar de novo a Democracia Cristã e Ocidental!

E teria feito ainda muito mais por Portugal - até talvez nem tivéssemos perdido o nosso querido Timor!... -, se os traidores à Pátria, ressabiados e com mau perder, não o tivessem logo assassinado! E assim Portugal voltou a ficar à deriva, nas mãos dos socialistas, que já nesse tempo eram induzidos em erro pelo Sócrates, que se dedicou desde muito cedo à porcaria da Política.


Felizmente que havia cá um Sr. Professor de Finanças muito sério e competente, o Prof. Cavaco Silva, que tinha um "dois cavalos" e foi, montado nele, fazer a rodagem à Figueira da Foz e explicar, para quem o quis ouvir a falar na televisão, que Portugal tinha era de ser um bom aluno da Europa e dinheiro nunca nos haveria de faltar. E assim foi, o Povo agradeceu-lhe e aclamou-o Primeiro-Ministro e ele pôde governar, muito benzinho, durante dez anos, e engrandecer Portugal, embora não o deixassem voltar a reclamar as nossas Províncias Ultramarinas, por causa sobretudo desse Almeida Santos, que num só dia, em Lusaca, estragou tudo aquilo que o Salazar e o Marcello Caetano tinham feito, durante décadas, a bem de Portugal!


Mas a realidade é que não se perdeu nada, que lá os pretos também não se entendem! É só guerras civis por todo o lado (onde já houve verdadeiros Paraísos!) e agora, se quiserem ter algum desenvolvimento, coitados, têm de nos vir chamar outra vez...


O pior foi que os safados dos socialistas, mais uma vez, não se conformaram com a existência de um Portugal próspero e desenvolvido e lá conseguiram indrominar outra vez o Zé Povinho, que não deixa de ser um bocado tó-tó, e ganharam umas eleições assim à justa, nem se sabe bem como conseguiram...


E quatro anos depois, muito por causa da inauguração das obras que foi o Cavaco que começou, como a Ponte Vasco da Gama e a Expo'98, lá voltaram a ganhar as eleições, com a promessa de trazerem o Euro'2004 para Portugal, mas depois foi o que se viu: não basta termos perdido a Final na Luz (logo por azar com os bandalhos dos gregos...), como os socialistas, nesses quinze anos em que nos governaram, arruinaram o País, empestaram o Estado de "tachos" das famílias deles, dos seus "boys", sedentos de "jobs", e foi por tudo isto que, sempre sempre sob a batuta do aldrabão do Sócrates - que nunca fez nada na vida, tirando umas casitas muita feias lá para a Guarda, tudo à base de grandes golpadas (que ele nem sequer Engenheiro é, pois tirou o Curso numa Faculdade que já não existia e ainda por cima num Domingo, à hora da Missa!) -, ficámos completamente de rastos e na bancarrota, apesar de ter havido muito quem tentasse remar contra a maré. Só que não os deixaram!

De facto, o Dr. Durão Barroso, nessa altura conhecido como "o cherne", ainda tentou governar no tempo do Sócrates, nesses quinze anos terríveis, que desgraçaram Portugal, mas o Jorge Sampaio, que também é socialista (claaaro...) e estava no bem bom, como Presidente da República, impediu o homem de governar, pelo que ele teve mesmo que se ir exilar em Bruxelas, para não ser maltratado. Contudo, deixou no seu lugar um rapazote muito competente, com bastas provas de boa governação dadas na Figueira da Foz e, sobretudo, em Lisboa, onde fez um túnel enorme sózinho, contra a vontade dos "barões" da Justiça (como esse Sá Fernandes, o mamão, que só queria era poleiro!): o conhecidíssimo Dr. Pedro Santana Lopes que, para além de antigo Presidente do «Sporting», fora ainda jovem moço de recados da D.ª Conceição Monteiro (a famosa Secretária do Sá Carneiro, que Deus lá o tenha em descanso...).

Só que esse batoteiro do Sampaio, abusando dos seus poderes, derrubou o Governo legítimo do Dr. Santana Lopes e entregou Portugal ao traidor do Sócrates, até lhe dando a maioria absoluta, quer dizer, carta branca para governar à vontade, sem respeito nenhum pelas ideias da Oposição, que também tinha gente de muito valor (como a Odete Santos, a Joana Amaral Dias e os Dr.s Marques Mendes e Telmo Correia, entre muitos outros), e o governo desse abutre foi de tal modo brutal, que conseguiu até obrigar, à força, o próprio Presidente da República, o Sr. Prof. Cavaco Silva, a aprovar contra a sua vontade leis demoníacas, como a do aborto e a do casamento dos maricas, tudo coisas que afastam Portugal dos bons caminhos! Mas, felizmente, não teve hipóteses com o mais importante, que era uma das alíneas do novo Estatuto dos Açores. Querias! Aí, o nosso grande Presidente Cavaco não deu quaisquer abébias ao Pinto de Sousa, esse ditador espertalhão!

Até que o bom Povo português, com a ajuda de grandes lutadores democratas, como o Medina Carreira, o Vasco Graça Moura, o Eduardo Catroga e o Mário Crespo (e de grandes campeãs da liberdade, como a Manuela Moura Guedes, a Inês Serra Lopes, a Maria João Avillez e a Felícia Cabrita), abriu finalmente os olhos e, cansado de tanta maldade nunca vista desse Sócrates, num autêntico sobressalto cívico, digno da Deuladeu Martins ou da Padeira de Aljubarrota, conseguiu conjugar todas as suas energias e coragem, desde as humildes classes trabalhadoras e seus míseros Partidos, que juntaram os seus parcos votos aos dos grandes Partidos não-marxistas do arco do poder, até às laboriosas classes dos massacrados Professores, dos explorados Juízes, dos Senhores Jornalistas e Donos de Jornais e Hiper-mercados, aos incansáveis "Deolinda" e aos sábios "Homens da Luta", incluindo os nossos melhores "vloggers" e até uns jovens já à rasca, acampados no Rossio, que se juntaram em uníssono a outras pessoas de grande qualidade (e de muito respeito), que sabem tudo sobre Economia e Mercados, para fazer vingar a vontade indómita dos portugueses autênticos, já há demasiado tempo espezinhada pelo malvado do Sócrates que, à semelhança de outros cruéis e velhos ditadores magrebinos, como o Ben Ali, o Mubarak e o Coronel Kadhafi, foi finalmente derrubado e substituído no poder, apesar de ter ido com a sua cáfila lá fora, à socapa, buscar reforços de peso: a malfadada "troika" e as maléficas agências de notação financeira, que tiveram até o desplante de pôr Portugal e a sua História no lixo!!! Mas agora vão ver, pois temos um rapazinho novo muito atinado à frente do nosso Governo e outras pessoas de muito valor, gabarito e saber a governar-nos. Não vamos dar-lhes a mínima chance, seus oligarcas internacionais! Para a frente, Portugal!

Com a ajuda e protecção de Deus - e a experiência e sabedoria de Sua Excelência, o Sr. Presidente da República -, os nossos novos governantes vão seguramente conseguir levar a nau a bom porto, isto apesar das grandes tormentas que andam lá por fora, tudo por culpa dos governos socialistas da Espanha, dos calaceiros e troca-tintas dos gregos (uns irresponsáveis!), da China e, sobretudo, desse finório do Obama, que tem muita manha, mas a mim nunca me enganou: é esse sonso que mete o veneno às agências de notação finaceira, cujos patrões almoçam com ele lagosta, todos os dias, lá nos melhores restaurantes de Wall Street, tudo à larga e à pala do contribuinte: santolas, sapateiras, caviar, digestivos e vinhaça à discrição! Ele pensa é que nós andamos a dormir, ou quê? Agora o povaréu já abriu os olhinhos, não é como no tempo da ditadura do Sócrates, em que as televisões e os jornais só diziam o que eles deixavam!

E não nos venham atirar agora poeira para os olhos com esta historieta do buraco da Madeira, que a culpa é também toda do Sócrates, que queria era enganar o Alberto João, mas ele é uma raposa velha! A culpa até há-de ser mais ainda desse troca-tintas do Constâncio que do Jardim, como aliás igualmente foi no caso do BPN! Por isso mesmo é que ele fugiu lá para o Banco Central Europeu, para não pagar pelo que nos fez e continuar a ganhar fortunas!

A ver mas é se o Povo começa a perceber isto, que é preciso trabalhar mais e melhor e não refilar tanto, nem fazer greves, nem perder tempo inútilmente em manifestações, gaita, para que Portugal volte a ser, como outrora, uma grande Nação que dê o exemplo ao Mundo! E há-de correr tudo bem, se Deus quiser, pois lá em cima há muito quem vele por nós, desde o nosso rico Santo Antoninho até à Senhora da Ladeira, bendita ela seja... Ámen!




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