segunda-feira, 11 de março de 2013

Carlos ACP Barbosa: um arre-macho aos coices!

 
 
        Diz este careca quadrúpede que sim, mais que também, que a Alameda da Universidade é para acelerar e tal, insultando o Vereador Manuel Salgado e pugnando por um "plano de mobilidade" para Lisboa - coisa da qual ele deverá fazer assim uma "ideia" muito aproximada, o analfabruto.
 
 
         A caravana à qual este canzarrão está mais uma vez a ladrar, porém, é apenas uma medida do mais puro bom-senso e que, aliás, já deveria ter sido concretizada há muito (em vez daquela patetice do corredor "BUS" intermitente, que NUNCA SERVIU PARA NADA): tornar a Alameda da Universidade, em Lisboa, um corredor de circulação mais seguro, sem "aceleras", nem "apressados", compatível com a sua função de acesso local a um equipamento de Ensino Superior e a um Hospital central e, naturalmente, com prioridade de circulação aos Transportes Colectivos e aos veículos de emergência.
 
 
         Será certamente mais uma "guerra" perdida para este fala-barato, tal como a da Praça do Comércio e outras, mas que continuará a não lhe servir de lição. Até porque, como sabemos, BURRO VELHO NÃO APRENDE LINGUAGEM (nem nada de nada, aliás, como qualquer burro novo...)!
 
 
 
           AVANTE, LISBOA! Brutamontes com este haverá sempre por aí aos pontapés...

quarta-feira, 16 de maio de 2012

A adopção da ideologia marxista

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        decorre, geralmente, de duas fortes paixões da alma, porém moralmente antagónicas: a paixão da Justiça (positiva) e a paixão da Inveja (negativa).


               Nas Revoluções populares de inspiração marxista, o impulso primacial que impele à acção é aquele que (provém de e) é furiosamente alimentado pela paixão da Justiça.


                 Já quando a ideologia marxista fundamenta a criação de regimes políticos e de Estados, ou mesmo quando apenas inspira a acção de Governos, a base subjectiva prevalecente, em termos emocionais, é quase sempre a que se funda na paixão da Inveja.


                     Nesta ambivalência reside talvez a causa, por um lado, do triunfo histórico de tantas Revoluções de inspiração marxista - russa, chinesa, cubana, vietnamita... - e, por outro, do insucesso de práticamente todos os regimes políticos com esta mesma inspiração, desde o Leste europeu até ao 3º Mundo...

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quarta-feira, 28 de março de 2012

EU NÃO ROUBO, simplesmente... PORQUE NADA FAÇO!



       CREDO!

   Paulo Morais, fugaz ex-Vice-Presidente da C. M. do Porto (sob Rui Rio), está a revelar-se um perfeito lunático e demonstra bem, neste seu texto, por que razão nunca fez nada de jeito na sua vida política, nem decerto fará, para além de regularmente debitar (e facturar), em pasquins como o «Correio da Manha», vulgares baboseiras do chamado senso-comum... sobre "Tudismo"!

        ESTE presunçoso Artigo, sintomáticamente publicado no nosso mais "consseituado jurnal", tem por aí inflamado puerilmente os ânimos mais reacionários e até monárquicos, apenas por atacar tudo quanto foi governante nas últimas décadas, desde Cavaco a Sócrates, mas no fundo não passa de um libelo patético e impotente, para além de estafado, malévolo e, sobretudo, profundamente ignorante, sobre "moralismo" nas contas públicas.

      Vejamos: o que este escriba propõe é, nem mais nem menos, do que expropriar a Ponte Vasco da Gama, indemnizando "os privados" daquilo que lá investiram!!

       Reparem bem na estultícia: não basta não fazer, decerto, a mínima ideia do que seja efetivamente o valor ATUALIZADO daquilo que "os privados lá investiram" - e muito menos de como é que isso seria hoje CALCULADO (integrando, muito naturalmente, as legítimas mas não concretizadas expectativas, a longo prazo, de retorno do investimento...) -, como, mais grave ainda, está completamente "a Leste" de saber antecipar aquilo que, dentro de pouco tempo, se iria certamente somar a esta perda, em termos de PREJUÍZO EFETIVO PARA O INTERESSE PÚBLICO, com o abandonar agora da Ponte V. da Gama (PVG) à impotência magna que caracteriza um emplastro institucional como a entidade «Estradas de Portugal» (situação já com fundas raízes nos tempos de Cavaco, Ferreira do Amaral e Rangel de Lima, sem dúvida, mas nunca devidamente atalhada desde então, nem com João Cravinho...), o que fatalmente se traduziria na transformação da PVG, em poucos anos, numa AUTÊNTICA RUÍNA, a avaliar pelo estado calamitoso em que se encontra parte significativa da rede viária nacional não concessionada (v. g. casos recentes, como o do Viaduto da Aguieira no I. P. 3, etc., etc., já para não irmos "bater mais no céguinho" com a tragédia de Entre-os-Rios, que pode, como todos sabem, repetir-se a qualquer momento, cada vez com maior probabilidade...)!

      Resumindo, a troco de deixar de ter de pagar a tal "renda" à «Lusoponte», o Estado portuguesito perderia, logo à cabeça, o valor da indemnização, certamente COLOSSAL, e "ganharia" em poucos anos um caco rodoviário, com o pomposo nome de Ponte Vasco da Gama!


     Pois, mas que importa isso ao pedantismo e ao novo-riquismo mental? O "moralismo" triunfaria impante e Portugal poderia assim continuar a arrepiar caminho e a aproximar-se, "progressivamente", do  vetusto modelo salazarento que inspira esta garotada: um Estado com alguns trocos nas algibeiras, sim, mas sem nada de jeito nem qualidade ao serviço do Povo: nem Saúde, nem Educação, nem Emprego, nem Habitação, nem Segurança Social, nem sequer Infra-estruturas Viárias! Isto já para não falar do mais difícil, que nem com o 25 de Abril se logrou ainda atingir: Justiça a sério e um Desenvolvimento Económico real e sustentado...


       E assim se consumaria, também com a Ponte Vasco da Gama, mais uma tragédia como as edificantes novelas recentes do TGV, que vai à vida (irá mesmo?) e ainda temos de pagar milhões em cima disso, do Aeroporto da Ota, que ficámos a ver, de Alcochete, por um canudo (e a ter de pagar mais uma impraticável ampliação da saturada Portela...), e também agora, pelos vistos, a da ampliação do Terminal de Contentores da «Liscont», que lá vai à fava inglóriamente (para descanso dos fingidos eco-moralistas), atirando borda fora, sem pestanejar, cerca de 230 milhões de euros em investimento na zona portuária ocidental de Lisboa, incluindo a inadiável construção do Nó Ferroviário de Alcântara!!! É "obra", tanta incompetência, incúria e falta de visão nunca vistas neste País...

         Parece-me bem que virá um dia em que a memória de D. Dinis, do Marquês de Pombal, de Fontes Pereira de Melo e do Eng.º Duarte Pacheco voltará a ser bem mais apreciada e enaltecida, sobretudo por parte da próxima geração, totalmente espoliada do seu FUTURO, e estas elocubrações moralistas da treta, agora tão estérilmente em voga, serão violentamente despachadas para o único lugar que merecem: a enfadonha companhia do "Velho do Restelo", na esterqueira da nossa História!


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sexta-feira, 23 de março de 2012

No dia em que se completa um ano sobre o derrube do Governo e a condenação de Portugal à perda do seu Futuro...



... devemos guardar LUTO CARREGADO e, enquanto friamente se prepara a revolta e a vingança para um breve amanhã, ler um excelente texto, como por exemplo ESTE aqui.


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quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Democracia, Soberania nacional e Mundialização

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Há quem afirme que, desta tríade, apenas podemos conciliar simultâneamente dois vértices.

Se isso for assim, e partindo do princípio básico de que, sem a Democracia assegurada, nada mais tem valor em Política, restam-nos duas hipóteses: prescindir ou da Mundialização, ou da Soberania nacional!

Dilema para mim muito fácil de solucionar: não tenho dúvidas de que, estando um belo dia a Democracia implantada em todo o Planeta e garantidos os mecanismos de segurança e prosperidade que assegurem a Soberania nacional de pequenas e médias como das grandes Nações, a Mundialização não fará falta absolutamente nenhuma...

Tornar-se-á até, quanto a mim, uma criação detestável da "civilização" hodierna, dos homens com cérebros de silicone, corações de níquel e almas de plástico!

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sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Ataque descabelado, inoportuno e injusto de Isabel Moreira a Marinho Pinto.

Como diria o famoso Sir Humphrey, ou aliás o seu Ministro: «- ESTOU SIDERADO!».

Este texto mesquinho, totalmente inesperado (no conteúdo e na forma) e profundamente deplorável, provindo de uma individualidade política que, apesar de desconhecer em absoluto, bastante admiro, prova cristalinamente estas duas coisas terríveis:

1ª) A "élite jurídica" portuguesa atual, seja ela formada pelas escolas superiores privadas ou pelas públicas (olha o velho Suarez Martinez a rir-se ali no retrovisor!), vive e, pior ainda, labora e labuta envolta numa carapaça de formalidade oca e de tal modo blindada, que se tornou inumanamente insensível a todo e qualquer vestígio de essencialidade e de materialidade no exercício do Direito - e isto é absolutamente DRAMÁTICO para a Sociedade portuguesa!

2ª) A douta Constitucionalista Isabel Moreira representa fielmente uma geração de meninges jovens, mas completamente enoveladas e desprovidas de uma firme estrutura mental, filosófica, ética e lógica, seguramente fruto do descalabro pedagógico do Ensino nacional pós-Veiga Simão e geração à qual, mesmo até quando individualmente se detetam elevadas qualidades intelectuais e morais - como indiscutivelmente é o caso desta Autora -, escasseia a capacidade de conceber e adequar a sua intervenção cívica e política ao contexto social e mental em que vivemos, resultando globalmente numa praxis desconexa, inconsequente e estéril, que não faz pedagogia, não traz consequências, não produz "inscrições" e não origina quaisquer frutos na mentalidade e na consciência coletiva!

Digo tudo isto com bastante mágoa, depois de há poucos dias ter publicamente confessado que a única e honrosa representante do meu boletim de voto na atual Assembleia da República era (e ainda é, não sei é por quanto tempo mais...) a Deputada Isabel Moreira!
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BOM, não vou agora aqui opinar sobre António Marinho Pinto, o... "BOA" - isabelino acrónimo (para "Bastonário da Ordem dos Advogados"), porventura o mais infeliz e debilóide da última centúria na Política portuguesa! -, que muito sinceramente me parece ser um Homem honesto e desassombrado, embora algo rude (será isto "crime"?...), mas que pretende "escrever direito" na Justiça e na Opinião Pública portuguesas e indubitavelmente tem-no conseguido - e com com notável mérito -, ainda que, às vezes, por linhas (apenas aparentemente?) "tortas".

Digo somente isto: quem não tem capacidade para ler e compreender, A TEMPO, o que se escreve escorreito e direito, apenas porque as linhas onde se escreveu estão (ou parecem estar) tortas, acabará forçosamente a "escrever torto", ainda que por linhas impecavelmente... Direitas!


Mas desses, muito seguramente, não rezará o "retrovisor"...